Contratações temporárias: especialista avalia cenário neste fim de ano

A taxa de contratação na alta estação deste fim de ano deve variar entre 20% e 40%. Os setores que mais vão gerar oportunidades, segundo representantes do mercado, são os de comércio e serviço. Na avaliação do especialista Marcos Sá, a desburocratização no processo de contratação de novos empregados temporários ou intermitentes é um dos fatores desse cenário.

“Todo final de ano, naturalmente existem essas possibilidades de novas contratações, tendo em vista às vendas de fim de ano e o 13º salário que aquece à economia. Este ano, em especial, haverá mais vagas ofertadas nessa modalidade, e com a expectativa de retomada da economia que esperamos em 2020, muitos desses postos poderão ser efetivados”, destaca Sá. “Um dos fatores que contribuem para alavancar a contratação temporária ou intermitente é a desburocratização do processo, por meio de medidas já aprovadas pelos órgãos competentes, bem como a Lei 13.874/2019”, acrescenta.

Somente no Natal, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), devem ser gerados 3,7 mil empregos temporários no comércio cearense. A taxa de efetivação desses empregados, ainda segundo a CNC, pode chegar a 40%.

 

fonte: https://cn7.com.br/contratacoes-temporarias-especialista-avalia-cenario-neste-fim-de-ano/

Segundo especialistas, desburocratização facilita contratações temporárias

A taxa de contratação na alta estação deste fim de ano deve variar entre 20% e 40%. Os setores que mais vão gerar oportunidades, segundo representantes do mercado, são os de comércio e serviço. Na avaliação do especialista Marcos Sá, a desburocratização no processo de contratação de novos empregados temporários ou intermitentes é um dos fatores desse cenário.

Todo final de ano, naturalmente existem essas possibilidades de novas contratações, tendo em vista às vendas de fim de ano e o 13º salário que aquece à economia. Este ano, em especial, haverá mais vagas ofertadas nessa modalidade, e com a expectativa de retomada da economia que esperamos em 2020, muitos desses postos poderão ser efetivados, destaca Sá.

De acordo com o especialista, um dos fatores que contribuem para alavancar a contratação temporária ou intermitente é a desburocratização do processo, por meio de medidas já aprovadas pelos órgãos competentes, bem como a Lei 13.874/2019.

Somente no Natal, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), devem ser gerados 3,7 mil empregos temporários no comércio cearense. A taxa de efetivação desses empregadores, ainda segundo a CNC, pode chegar a 40%.

fonte: https://www.cearaagora.com.br/site/segundo-especialistas-desburocratizacao-facilita-contratacoes-temporarias/

Desburocratização facilita contratações temporárias

A taxa de contratação na alta estação deste fim de ano deve variar entre 20% e 40%. Os setores que mais vão gerar oportunidades, segundo representantes do mercado, são os de comércio e serviço. Na avaliação do especialista Marcos Sá, a desburocratização no processo de contratação de novos empregados temporários ou intermitentes é um dos fatores desse cenário.

“Todo final de ano, naturalmente existem essas possibilidades de novas contratações, tendo em vista às vendas de fim de ano e o 13º salário que aquece à economia. Este ano, em especial, haverá mais vagas ofertadas nessa modalidade, e com a expectativa de retomada da economia que esperamos em 2020, muitos desses postos poderão ser efetivados”, destaca Sá. “Um dos fatores que contribuem para alavancar a contratação temporária ou intermitente é a desburocratização do processo, por meio de medidas já aprovadas pelos órgãos competentes, bem como a Lei 13.874/2019”, acrescenta.

Somente no Natal, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), devem ser gerados 3,7 mil empregos temporários no comércio cearense. A taxa de efetivação desses empregadores, ainda segundo a CNC, pode chegar a 40%.

Pesquisa aponta que 4 em cada 10 empresários pretendem efetivar temporários

Natal foi o período do ano mais citado para justificar contratações; Cafeteria aposta em confraternizações para ampliar quadro de funcionários.

Com a demanda de fim de ano, o número de empregos temporários deve crescer. Diante desse cenário, uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas e pelo Serviço de Proteção ao Crédito em todas as regiões do país aquece ainda mais as expectativas. Segundo o estudo, 4 em cada 10 empresários pretendem efetivar os temporários contratados. No total, cerca de 1.177 empresários dos ramos de comércio e serviços foram consultados.

Desse número, 29% responderam que pretendem efetivar um único colaborador e 11%, dois ou mais colaboradores. Outro dado retratado foram os das modalidades de contratação até o fim de ano: 52% disseram que empregarão temporários, 49% abrirão vagas informais, 45% com carteira assinada, e 28% farão contratação terceirizada. O Natal foi o período mais citado entre os empresários para justificar a contratação temporária, resultando em 54% do total.

Para o consultor financeiro Marcos Sá, este cenário é benéfico para uma expressiva retomada do crescimento econômico do país. “Com mais gente trabalhando, temos mais dinheiro circulando no comércio que concentra o maior número de contratações, junto com o setor de serviços, da forma como retrata a pesquisa”, destaca. “Diferente dos anos anteriores, a animação já toma conta e as contratações já estão surgindo”, acrescenta.

Em uma cafeteria da cidade, que fica localizada dentro de um complexo gastronômico na Avenida Desembargador Moreira, as contratações já estão sendo feitas. Atendentes, barista e cumin foram selecionados e iniciam seus trabalhos na primeira semana de outubro. A principal motivação do Imprensa Café para somar mais profissionais ao seu quadro de colaboradores durante esse período são as confraternizações do fim de ano.

“Outubro e dezembro é um ótimo período de faturamento. Em nosso espaço, que conta com três ambientes diversificados e um outro mais reservado, muitas pessoas procuram para confraternizações, então é preciso profissionais para atender essa demanda”, destaca Vanessa Cavalcante. “Diante disso, fazemos cardápio especial, desconto na consumação, entre outra ações. Nosso objetivo é que não só o fim de ano seja bom, como também o início do outro seja melhor ainda. Assim, efetivamos esses colaboradores temporários”, acrescenta.

Mais de 100 mil vagas para o fim de ano

Faltando três meses para as comemorações de fim de ano, os setores varejista e de serviços já vêm se preparando para um dos melhores períodos, que promete aquecer o setor com a contratação de novos profissionais. Uma pesquisa também realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), juntamente com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), estima que aproximadamente 103 mil vagas serão abertas até dezembro — um aumento de 43,8 mil postos de trabalho em relação ao previsto ano passado.

O levantamento aponta ainda um leve recuo de 72% para 69% no percentual de empresários que não têm a intenção de fazer contratações neste fim de ano, sejam temporários, informais, efetivos ou terceirizados. A principal justificativa para os reforços do quadro de funcionários é atender ao aumento da demanda neste período do ano, com 88% das menções.

“Isso significa que o mercado de trabalho está reagindo, embora este cenário esteja longe de ser o necessário para abarcar todo o número de desempregados em nosso país. Mas esse movimento de confiança do empresariado já é motivo de comemoração, sobretudo pelas medidas que estão sendo tomadas visando facilitar a vida de quem gera renda”, avalia o consultor Marcos Sá.

Reforma Tributária: proposta quer unificar impostos

A Reforma Tributária, que tramita na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal, propõe a simplificação de nove impostos em dois, que serão chamados de IBS (Impostos sobre Operações com Bens e Serviços). A medida consta no parecer da reforma, cuja autoria é do deputado Roberto Rocha (PSBD-MA).

Segundo o relatório, sete tributos resultariam em 1, sendo eles: IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), PIS (Programa Integração Social) Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público), IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), Salário-educação e Cide Combustíveis (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico).

Já o segundo tributo, fundiria os tributos ISS (Imposto Sobre Serviços) e ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

Na avaliação do consultor financeiro Marcos Sá, é imperativa a necessidade do país de aprovar reformas como essa, que deve promover mudanças na estrutura tributária atualmente adotada no país. “Somos hoje um país com um sistema de impostos defasado, o que significa que é necessária uma importante reestruturação da forma e dos valores que saem diretamente do bolso dos brasileiros”, defende.

“A unificação desses impostos, conforme apresentados em proposta, é um forma de aliviar essa situação econômica do país. Além dessa, outra proposta na Câmara que vai nesse mesmo sentido também está sendo discutida, revelando o verdadeiro caráter de importância da matéria”, acrescenta o especialista.

Outros projetos
O ministro da Economia, Paulo Guedes, está prometendo, há um bom tempo, apresentar uma própria Reforma Tributária para o país. Somando tudo, três projetos devem ganhar o foco nos próximos dias em Brasília. Guedes ainda garante que a proposta de sua autoria já está pronta. O ministro é favorável também a criação de um imposto similar a CPMF, porém o governo já descartou essa possibilidade.

fonte: http://cnews.com.br/cnews/noticias/142735/reforma_tributaria_proposta_quer_unificar_impostos

O caminho mais fácil

Com as diversas notícias amplamente divulgadas pela mídia nas sessões de economia, advindas da equipe fiscal do Governo Federal, sobre o fim ou atualização do eSocial (Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas), a expectativa de grande parte das pessoas que acompanham com atenção o assunto é que o sistema seja unificado de forma eficaz, simplificando assim a vida das empresas.

Isso porque, embora tenhamos avançado desde o seu lançamento inicial, ainda assim, na prática, a plataforma é bastante complexa, e em alguns casos ocorre até divergência de dados dos trabalhadores, resultando em problema nos cadastros.

No ramo do empresariado, o eSocial é sinônimo de burocracia e entre os problemas mais comuns apontados está a não aceitação, pelo programa, de admissões com datas acumulativas ou avisos prévios com retroativos. Então, alguns empresários sentem resistência por causa disso. Apesar de bastante difundido, ainda tem muita gente com dificuldade de se acostumar com o programa, sendo necessária sua atualização, ou, de preferência, sua simplificação. Em busca desses objetivos, uma Nota Técnica (15/2019) marcou a primeira fase de modernização do sistema, determinando dispensas de informação de diversos eventos, campos e a flexibilização de regras.

Para o futuro, ainda de acordo com o portal eSocial, outras medidas estão em curso e devem ser divulgadas assim que estiverem consolidadas, tais como a eliminação de mais 500 campos do leiaute, eliminação de informações de banco de horas, entre outros. A esperança, principalmente nesse momento em que o Brasil precisa facilitar suas operações comerciais, é como já dito anteriormente: a simplificação. Só assim facilitaremos a vida de quem investe e emprega no País.

Marcos Sá
Contador

fonte: https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/editorias/opiniao/o-caminho-mais-facil-1.2148514

Micro e Pequena Empresa que contratar mais empregados terá redução dos impostos a serem pagos ao governo

Uma proposta que reduz pela metade o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) devidos por micro e pequenas empresas que contratarem mais empregados foi aprovada, na última semana, pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviço da Câmara dos Deputados.

Além dos setores industriais e de bens e serviços, a medida também deve beneficiar fiscalmente o setor comercial do país, o que, na avaliação do consultor financeiro Marcos Sá, cria um mecanismo de fomento ao investimento e geração de empregos no país.

Atualmente, com o momento de estagnação econômica, medidas como essa são responsáveis pela sobrevivência econômica dos empreendedores e ainda contribuem para geração de emprego, e consequentemente, fazem girar renda no país.

A relatoria do projeto, apresentado na forma de substitutivo ao PL Complementar 97/2019, é do deputado Glaustin Fokus (PSC-GO). O próximo passo é a tramitação nas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição, Justiça e de Cidadania. Depois seguirá para o Plenário.

Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ)

Imposto de Renda Pessoa Jurídica é um tributo federal que incide sobre o lucro obtido e deve ser pago pelas pessoas jurídicas e empresas individuais domiciliadas no Brasil e que possuam um CNPJ, ou seja, registradas e operantes.

Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)

A CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) é um tributo federal que incide sobre todas as Pessoas Jurídicas (PJ) domiciliadas no Brasil. Seu objetivo é o de apoiar financeiramente a Seguridade Social. Esse apoio à Seguridade Social diz respeito aos investimentos em serviços públicos como aposentadoria, desemprego, direitos à saúde, etc.

fonte: https://www.siaranews.com.br/micro-e-pequena-empresa-que-contratar-mais-empregados-tera-reducao-dos-impostos-a-serem-pagos-ao-governo/