Indústria cearense declina e instabiliza cenário econômico

A atividade industrial, setor do mercado que é responsável por forte geração de emprego e movimentação de capital, tem se mostrado instável no Ceará. Pesquisa realizada pelo Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada em fevereiro de 2019, aponta que indústria cearense apresentou um encolhimento da produção e baixo potencial operacional.

A produção industrial cearense, segundo estudo, apresentou declínio registrando 47,8 pontos, numa escala que varia de 0 a 100 e que considera aumento da produção a partir de 50 pontos. Mesmo com a queda do potencial industrial, o ano de 2019 apresenta-se melhor quando comparado aos últimos meses de 2018. O consultor financeiro Marcos Sá, aponta que o cenário de instabilidade na indústria oferece grande risco para a economia do Estado, mas observa que “o Ceará possui uma trajetória de grande potencial de investimento e que essa é uma segurança, sobretudo quando os números relacionados a produção variam”.

Potencial
A mesma pesquisa realizada pelo Fiec aponta ainda para os números relacionados a intenção de investimento para o Estado. O índice é de 60,4 pontos, mais de 10 pontos acima da média que significa estabilidade, que é de 50 pontos. No mesmo período, em 2018, esse número alcançava 57,1 pontos. Esse elevado potencial investidor, revela a pesquisa da FIEC, aponta para fortes perspectivas para a realização de investimentos na esfera produtiva cearense, o que pode erguer os números relacionados à produção.

A nível nacional os números relacionados a produção industrial também se mostram instáveis, e mais que isso, negativos. Pesquisa do Instituto Brasileiros de Geografia e Estatística (IBGE), sobre a produção industrial, divulgada em março de 2019, aponta para pior resultado entre os últimos 4 meses. Se comparada a pesquisa da Fiec, os dados mostram que a atividade industrial no Brasil tem se mostrado fraca e sem vigor.

O consultor Marcos Sá, analisando os dados, conclui que a recuperação do cenário industrial brasileiro caminha em passos lentos e que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) precisará contar com forte poder investidor e ainda a aplicação de todo o potencial desse setor do mercado.

fonte: https://www.oestadoce.com.br/economia/industria-cearense-declina-e-instabiliza-cenario-economico

Trabalhos formais e informais crescem no Ceará, segundo pesquisas

rescimento dos dois mercados cria uma expectativa positiva para este ano

O ano de 2019 tem oferecido novas expectativas para o mercado trabalhista no Ceará. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), no fim de janeiro deste ano, foram gerados mais de 23.081 vagas de emprego no Estado e os setores de serviços, indústria de transformação e comércio são os responsáveis por essa expansão.

Mesmo com a possibilidade de aumento do trabalho formal, ou seja, aquele em que o trabalhador tem a carteira assinada, os trabalhos informais ainda estão em alta e são responsáveis pela renda de muitos brasileiros. Segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no quarto trimestre do ano de 2018, o número de trabalhadores sem carteira assinada ou por conta própria alcançou o número de 35,3 milhões de pessoas, enquanto o de trabalhadores formais era de 33 milhões.

Para o consultor Marcos Sá o trabalho informal foi uma forma encontrada por muitos para ultrapassarem a crise financeira que o país viveu e segundo ele esse ramo do setor trabalhista pode ser promissor. ‘’ Muitos dos cearenses desempregados aderiam ao trabalho informal e o tiveram como única saída para a obtenção de renda. Ainda que o trabalho por conta própria não ofereça tanta estabilidade, esse tipo de trabalho pode ser um bom negócio’’. A reforma na lei trabalhista é um exemplo, segundo o consultor, que estimula o trabalho informal.

Especialistas apontam que o crescimento em ambas áreas do setor trabalhista, formal e informal, traz inúmeros benefícios para o Estado, a começar pela geração de emprego e renda, e consequente diminuição da taxa de desemprego. O contador Marcos Sá reforça essa ideia e pontua que podem ser encontradas vantagens e desvantagens em ambos tipos de trabalho, mas que independentemente do tipo de atividade ofertada ou possível de ser executada o mais importante é estar inserido no mercado de trabalho.

fonte: http://tribunadoceara.uol.com.br/blogs/investe-ce/2019/02/28/trabalhos-formais-e-informais-crescem-no-ceara-segundo-pesquisas/

Trabalhos formais e informais crescem no Ceará, segundo pesquisas

_Crescimento dos dois mercados cria uma expectativa positiva para este ano_

O ano de 2019 tem oferecido novas expectativas para o mercado trabalhista no Ceará. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), no fim de janeiro deste ano, foram gerados mais de 23.081 vagas de emprego no Estado e os setores de serviços, indústria de transformação e comércio são os responsáveis por essa expansão.

Mesmo com a possibilidade de aumento do trabalho formal, ou seja, aquele em que o trabalhador tem a carteira assinada, os trabalhos informais ainda estão em alta e são responsáveis pela renda de muitos brasileiros. Segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no quarto trimestre do ano de 2018, o número de trabalhadores sem carteira assinada ou por conta própria alcançou o número de 35,3 milhões de pessoas, enquanto o de trabalhadores formais era de 33 milhões.

Para o consultor Marcos Sá o trabalho informal foi uma forma encontrada por muitos para ultrapassarem a crise financeira que o país viveu e segundo ele esse ramo do setor trabalhista pode ser promissor. ‘’ Muitos dos cearenses desempregados aderiam ao trabalho informal e o tiveram como única saída para a obtenção de renda. Ainda que o trabalho por conta própria não ofereça tanta estabilidade, esse tipo de trabalho pode ser um bom negócio’’. A reforma na lei trabalhista é um exemplo, segundo o consultor, que estimula o trabalho informal.

Especialistas apontam que o crescimento em ambas áreas do setor trabalhista, formal e informal, traz inúmeros benefícios para o Estado, a começar pela geração de emprego e renda, e consequente diminuição da taxa de desemprego. O contador Marcos Sá reforça essa ideia e pontua que podem ser encontradas vantagens e desvantagens em ambos tipos de trabalho, mas que independentemente do tipo de atividade ofertada ou possível de ser executada o mais importante é estar inserido no mercado de trabalho.

fonte: https://www.cearaenoticia.com.br/2019/02/economia-trabalhos-formais-e-informais.html

Planejamento Tributário: como pagar menos imposto dentro da lei?

Hoje em dia os empresários se preocupam com a altíssima carga tributária que assola o país, incluindo as exigências para o cumprimento de inúmeras obrigações acessórias e muitas com alto grau de complexidade e severidade. Porém, existem formas de se planejar e até mesmo de pagar menos impostos, porém sempre dentro da lei. O contador e consultor financeiro, Marcos Sá, deu algumas dicas para os empreendedores que desejam começar um planejamento nesse início de ano.

_Confira:_

*Projete cenários para o seu negócios*
Um panorama da atual situação do país e de como está o seu negócio deve ser feito assim que o ano inicia. Posteriormente, de acordo com Marcos Sá, é necessário desenvolver algumas análises comparativas. “É preciso considerar o comportamento histórico de seus negócios e as expectativas em relação a este ano”, disse.

*Compare os regimes tributários*
Muito microempreendedores, por exemplo, adotam o Simples Nacional. Ele contempla empresas com receita bruta anual de R$ 4,8 milhões em 2018 e é mais simplificado que os demais, mas nem sempre é o mais adequado em termos de economia tributaria. “Há outras opções como o Lucro Presumido e o Lucro Real, que são opções também encontradas pelos empresários, mas todos esses meios devem ser avaliadas diante do perfil da empresa, produtos e classificações fiscais, custo com pessoal, dentre outros”.

*Impacto no Fluxo de Caixa*
É correto afirmar que quanto maior for a empresa e mais complexa a sua atividade, mais complexo será o seu planejamento. O consultor financeiro e contador, Marcos Sá, explicou que como regime de tributação impacta diretamente no fluxo de caixa do empreendimento. “Por meio do Simples Nacional você ganha 20 dias de prazo para pagamento. Já no Lucro Real, você ganha 25 dias pra pagar o PIS e a Cofins e 30 dias de prazo pra pagar o imposto de renda e contribuição social. Já no Lucro Presumido você ganha até 90 dias pra pagar, pois ele te dá a opção de dividir o imposto de renda e a contribuição em até 3 parcelas corrigidas pela Selic. Porém, vale ressaltar, tudo depende do que o empresário pretende e de como ele quer fazer esse planejamento”, concluiu.

fonte: https://www.cearaenoticia.com.br/2019/02/economia-planejamento-tributario-como.html

*Reajuste para aposentados que ganham mais de um salário mínimo será de 3,43%; valor será maior que no ano passado*

O reajuste salarial para aposentados e pensionistas do INSS que ganham acima de um salário mínimo será de 3,43% neste ano. O número é maior que o registrado no ano passado, de 2,07%. O índice usado para reajustar os valores foi divulgado na tarde desta sexta-feira (11), pelo IBGE, responsável pelo calculo do INPC (referência para o reajuste dos benefícios previdenciários). Os novos valores já caem na conta dos beneficiários na folha de janeiro.

Como fonte desta matéria sugerimos o contador e consultor Marcos Sá. Ele pode explanar sobre os impactos na prática desse reajuste, se serão favoráveis ou desfavoráveis. Além de explicar qual a possível diferença no novo valor.

“Esse reajuste representa um aumento entre cerca de R$ 68 e R$ 69 reais. O que significa que uma pessoa que ganha mensalmente o valor de R$ 2.000 vai passar a ganhar 2.068,60”, explica.

*Sustento da casa*

Uma pesquisa feita pelo Banco Bradesco, no segundo semestre do ano passado, revelou que 80% dos idosos brasileiros são os responsáveis por grande parcela de contribuição nos lares em que vivem. Em contra partida, o número de pessoas que vivem sustentadas por parentes ficou em 19% do total de 2 mil entrevistados.

O levantamento Longevidade Brasil entrevistou pessoas das classes A, B e C em seis cidades do país. Neste sentido, podemos também conseguir um personagem que seja responsável pelas despesas da casa ou que morem sozinho. Ainda de acordo com Marcos Sá, com a expectativa de vida aumentando é normal que cenários como esses de sustento concentrado em uma pessoa de idade mais elevada seja comum.

“O brasileiro está vivendo mais e muitos idosos preferem a liberdade que sempre tiveram em suas vidas do que se manter sustentado por familiares. É uma prática que pode inclusive estimular na responsabilidade financeiro das pessoas, que mesmo com os anos passando continua vendo necessária a necessidade de economizar”, avalia.

 

fonte: https://www.cearaenoticia.com.br/2019/01/reajuste-para-aposentados-que-ganham.html

Reajuste para aposentados que ganham mais de um salário mínimo será de 3,43%; valor será maior que no ano passado

O reajuste salarial para aposentados e pensionistas do INSS que ganham acima de um salário mínimo será de 3,43% neste ano. O número é maior que o registrado no ano passado, de 2,07%. O índice usado para reajustar os valores foi divulgado na tarde desta sexta-feira (11), pelo IBGE, responsável pelo calculo do INPC (referência para o reajuste dos benefícios previdenciários). Os novos valores já caem na conta dos beneficiários na folha de janeiro.

Como fonte desta matéria sugerimos o contador e consultor Marcos Sá. Ele pode explanar sobre os impactos na prática desse reajuste, se serão favoráveis ou desfavoráveis. Além de explicar qual a possível diferença no novo valor.

“Esse reajuste representa um aumento entre cerca de R$ 68 e R$ 69 reais. O que significa que uma pessoa que ganha mensalmente o valor de R$ 2.000 vai passar a ganhar 2.068,60”, explica.

Sustento da casa

Uma pesquisa feita pelo Banco Bradesco, no segundo semestre do ano passado, revelou que 80% dos idosos brasileiros são os responsáveis por grande parcela de contribuição nos lares em que vivem. Em contra partida, o número de pessoas que vivem sustentadas por parentes ficou em 19% do total de 2 mil entrevistados.

O levantamento Longevidade Brasil entrevistou pessoas das classes A, B e C em seis cidades do país. Neste sentido, podemos também conseguir um personagem que seja responsável pelas despesas da casa ou que morem sozinho. Ainda de acordo com Marcos Sá, com a expectativa de vida aumentando é normal que cenários como esses de sustento concentrado em uma pessoa de idade mais elevada seja comum.

“O brasileiro está vivendo mais e muitos idosos preferem a liberdade que sempre tiveram em suas vidas do que se manter sustentado por familiares. É uma prática que pode inclusive estimular na responsabilidade financeiro das pessoas, que mesmo com os anos passando continua vendo necessária a necessidade de economizar”, avalia Marcos Sá.

fonte: http://cnews.com.br/business/noticias/133926/reajuste_para_aposentados_que_ganham_mais_de_um_salario_minimo_sera_de_343_valor_sera_maior_que_no_ano_passado

Apenas 17% da população pretende utilizar o 13º para pagar contas atrasadas, aponta pesquisa

O consultor financeiro Marcos Sá aponta que a melhor forma de utilizar o salário extra é no pagamento de dívidas anteriores, ainda que os gastos de natal e ano novo sejam altos

O período do final e início de ano é sempre mais caros para os consumidores. Festas como natal, ano novo, férias e gastos como IPVA e IPTU são alguns dos gastos que os brasileiros não podem escapar e o alívio para todas essas dívidas pode ser o 13º salário. Pesquisa do SPC aponta que apenas 17% dos brasileiros pretendem utilizar o salário extra para pagar dívidas, número que deveria ser maior quando o universo de brasileiros endividados ultrapassa os 62 milhões.

 

Pesquisa divulgada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que o nordeste alcançou em outubro o segundo lugar no ranking de consumidores inadimplentes, ou seja, 17 milhões de nordestinos estão negativados.

 

De acordo com o contador e consultor financeiro, Marcos Sá, a regra para se manter equilibrado com as dívidas neste período de final e início de ano é identificar o que é necessidade do que é desejo. ‘’O período da transição de um ano para outro envolve gastos que as pessoas não podem evitar, como impostos de carro, casa, matrícula, com aqueles que elas geralmente não querem evitar, que são as viagens de férias e gastos com natal e ano novo.

 

Com o pagamento do 13º salário, cerca de R$ 211 milhões serão movimentados no país, segundo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), valor que pode representar uma diminuição do número de endividados ou pode fazê-lo crescer. ‘’A aplicação do 13º salário para o pagamento de dívidas pode ser uma saída eficaz para a quitação ou diminuição delas. Para as pessoas que possuem dívidas muito altas o melhor é recorrer a uma negociação, mas quando não for esse o caso, aplicá-lo no pagamento de dívidas antigas é a melhor saída para começar o ano’’, conclui o consultor.

fonte: http://tribunadoceara.uol.com.br/blogs/investe-ce/2018/12/18/apenas-17-da-populacao-pretende-utilizar-o-13o-para-pagar-contas-atrasadas-aponta-pesquisa-2/