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Quais são os pontos fortes da economia para 2022?

Em meio a tantos desafios nos últimos dois anos, devo dizer que não faço parte do grupo de pessoas que trazem apenas mensagens motivacionais acreditando que basta pensar positivo para tudo dar certo. De fato, não devemos ser pessimistas, nem tão pouco fingir que os desafios não existem, mas precisamos ser realistas e olhar para o mercado buscando entender suas possibilidades. E, ao analisar a economia brasileira para 2022, consigo enxergar alguns pontos fortes que devem contribuir para o crescimento econômico do país.

O primeiro deles é o investimento em commodities, ou seja, a produção de itens básicos, não industrializados, que movimentam o mercado internacional. Com a projeção de uma grande safra neste ano, acredito que haja um aumento significativo no número de receitas com exportações, diferente dos resultados do ano passado que foram prejudicados por conta da baixa estiagem. Em segundo, destaco a previsão de investimentos em infraestrutura, que vão ajudar a movimentar o setor de construção civil, fator que eu vejo como positivo tanto para o desenvolvimento dos estados como para a entrada de capital no país. Além disso, também acho importante ressaltar a expectativa de que os casos de Covid-19 diminuam gradativamente ou, no mínimo, não tragam tantos impactos negativos agora que grande parte da população já está vacinada, naturalmente, iremos ver a pandemia perdendo força.

Como falei anteriormente, apesar dos pontos positivos, não podemos deixar de olhar para os negativos. Em 2022, a economia brasileira pode enfrentar instabilidades baseada em dois riscos: a alta da inflação e o cenário político. Em 2021 já fechamos o ano com uma inflação acima da casa dos dois dígitos, e neste ano não podemos projetar algo muito melhor. Inclusive, com as taxas de juros mais elevadas, devemos perder poder de compra. Também destaco que teremos as eleições para presidente e governadores, o que influenciará diretamente no comportamento do mercado durante todo o ano, podendo impactar também na entrada de capital estrangeiro no país. Ao analisarmos todos os cenários, precisamos entender que não existem milagres econômicos que resolvam todos os problemas da noite para o dia.

Marcos Sá
Contador e consultor financeiro

 

fonte: https://oestadoce.com.br/opiniao/quais-sao-os-pontos-fortes-da-economia-para-2022/

Cresce número de brasileiros investindo na bolsa de valores

Durante muito tempo, a B3, bolsa de valores brasileira, foi vista como uma alternativa de investimento para pessoas com renda mais elevada.

No entanto, nos últimos anos, o perfil do investidor tem se tornado mais diversificado e muitos brasileiros têm deixado de lado o modelo de investimento mais tradicional, como a renda fixa e a poupança, para investir em opções com maior lucratividade.

Prova disso é que em 2021, a Bolsa de Valores Brasileira atingiu a marca de 4 milhões de investidores pessoa física (PF), uma alta de 26% em relação ao ano de 2020, de acordo com dados da Expert XP.

O relatório ainda mostrou que os mais jovens, na faixa etária de 26 a 35, têm sido a maioria entre os investidores, correspondendo a 34,1% dos investidores ativos.

Para o contador e consultor financeiro Marcos Sá, o crescimento no número de investimentos é um fator positivo,  apesar do Ibovespa, Índice da Bolsa Brasileira, ter registrado uma queda de quase 12% no ano passado.

“Mesmo com todas as instabilidades econômicas nos últimos anos e a recente queda do Ibovespa, que é o nosso principal índice de ações da B3, é notório que o brasileiro tem amadurecido mais em relação ao mercado de investimentos. Então, a tendência é que novas pessoas passem a investir na bolsa e os que já investem busquem cada vez mais opções com maior lucratividade”, pontua Marcos.

Investimento estrangeiro

Além da busca dos brasileiros para investir em ações na bolsa de valores, o ano de 2021 também marcou um recorde de investimento estrangeiro, com um saldo positivo de R$ 100 bilhões.

O alto fluxo de estrangeiros investindo no Brasil tem como principais fatores a desvalorização do real, a queda da bolsa e valorização das commodities.

“A partir do momento que o real, nossa moeda, está desvalorizado e a bolsa enfrentando uma queda no mercado, os investimentos ficam mais baratos para os estrangeiros, que enxergam grande oportunidade nas commodities, puxando um fluxo para o nosso mercado”, explica Marcos Sá.

Depois de serem bastante impactadas durante o período mais crítico da pandemia, as commodities conseguiram se recuperar, atraindo investimentos, e devem seguir em valorização em 2022.

Dessa forma, a expectativa é que o investimento estrangeiro continue em alta, fator positivo para os países emergentes, em virtude dos preços mais baratos dos ativos.

Já em relação aos investidores brasileiros, ainda existem algumas incógnitas sobre o movimento do mercado, principalmente com a inflação e Selic em alta, além do cenário de eleições, que pode impactar nas escolhas de investimentos.

 

fonte: https://lazaromedeiros.com.br/slideshow/cresce-numero-de-brasileiros-investindo-na-bolsa-de-valores/

https://www.focus.jor.br/cresce-numero-de-brasileiros-investindo-na-bolsa-de-valores/

Especialista analisa mercado financeiro e fala sobre expectativas em 2022

A alta de preços nas prateleiras dos supermercados, a gasolina subindo constantemente e a falta de produtos para suprir as demandas internas, estiveram entre as principais preocupações do brasileiro em 2021. A inflação brasileira fechou o ano atingindo o patamar de 10,06%, o maior número deste de 2015. Com ela a alta e os efeitos da pandemia perdurando há quase dois anos, o mercado financeiro encara o novo ano com o desafio de mapear comportamentos em busca de soluções que sejam eficazes para entender os novos hábitos de consumo e a viabilização deles.

Foto: Freepik

Para 2022, as projeções são de que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial da inflação, encerre o ano acima da casa dos 5%, redução considerável em relação aos dois dígitos atingidos no ano anterior, mas ainda acima do teto de 3,5% previsto pelo Conselho Nacional Monetário (CNM).

Com o Banco Central projetando a Selic em 11,75% no primeiro semestre, a tendência é que o consumo decaia, uma vez que as compras no crediário e empréstimos ficarão com juros mais elevados. Com a economia desaquecida, o ritmo da inflação também deve diminuir, o que não significa uma queda no preço de produtos e serviços. “A inflação elevada decorre de uma série de fatores, em 2021 a gasolina foi um dos principais entre eles para contribuir com a porcentagem acima dos 10%. Com as medidas que visam a diminuição da inflação, o que se pode esperar é que os reajustes de valores no mercado sejam feitos com menos frequência e intensidade. Isso não significa que haverá uma redução drástica nos preços que os brasileiros estão pagando atualmente”, explica o contador e consultor financeiro Marcos Sá.

 

Já em relação ao PIB (Produto Interno Bruto), indicador que aponta o desenvolvimento econômico do país, a previsão é um crescimento modesto de apenas 0,29%. Apesar das projeções menores, em relação ao que era esperado em 2021, existe uma expectativa de que a cadeia de produção se normalize. “Com o longo período da pandemia houve um desequilíbrio na balança comercial, já que o mercado não estava conseguindo suprir todas as demandas. Em 2022 já devemos vivenciar uma normalização desse cenário, possibilitando que a meta da inflação fique mais viável”, pontua Marcos Sá.

Responsável por atrair grande parte dos olhares dos especialistas, o petróleo permanece sendo uma das principais preocupações para que as metas sejam atingidas. Caso a cotação do barril de petróleo suba, levando os preços da gasolina e do diesel a serem reajustados, a inflação pode permanecer superior ao esperado.

Com muitos meses à frente, o mercado trabalha com a realidade, entendendo também que o cenário ainda é delicado, principalmente com a chegada das novas variantes do coronavírus. Por outro lado, o movimento da economia pode indicar passos promissores, na expectativa também de investimentos estrangeiros feitos no país. “A situação envolve muitos fatores, mas é preciso olhar para o mercado de forma positiva. É um fato que para nos recuperarmos economicamente, passaremos por um processo gradual, mas com a expectativa de voltarmos ao eixo”, finaliza o contador Marcos Sá.

 

fonte: https://gcmais.com.br/noticias/economia/2022/02/07/inflacao-apos-atingir-dois-digitos-indice-deve-encerrar-2022-acima-dos-5/

https://nordesteantenado.com.br/especialista-analisa-mercado-financeiro-e-fala-sobre-expectativas-para-2022/

https://lazaromedeiros.com.br/slideshow/especialista-analisa-mercado-financeiro-e-fala-sobre-expectativas-para-2022/

https://teomacmillan.com.br/business/especialista-analisa-mercado-financeiro-e-fala-sobre-expectativas-em-2022/

https://olagoa.com.br/economia/especialista-analisa-mercado-financeiro-e-fala-sobre-expectativas-em-2022/

https://oestadoce.com.br/economia/especialista-analisa-mercado-financeiro-e-fala-sobre-expectativas-em-2022/

Especialista analisa mercado financeiro e fala sobre expectativas para 2022

A alta de preços nas prateleiras dos supermercados, a gasolina subindo constantemente e a falta de produtos para suprir as demandas internas, estiveram entre as principais preocupações do brasileiro em 2021. A inflação brasileira fechou o ano atingindo o patamar de 10,06%, o maior número deste de 2015. Com ela a alta e os efeitos da pandemia perdurando há quase dois anos, o mercado financeiro encara o novo ano com o desafio de mapear comportamentos em busca de soluções que sejam eficazes para entender os novos hábitos de consumo e a viabilização deles.

 

Para 2022, as projeções são de que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial da inflação, encerre o ano acima da casa dos 5%, redução considerável em relação aos dois dígitos atingidos no ano anterior, mas ainda acima do teto de 3,5% previsto pelo Conselho Nacional Monetário (CNM).

 

Com o Banco Central projetando a Selic em 11,75% no primeiro semestre, a tendência é que o consumo decaia, uma vez que as compras no crediário e empréstimos ficarão com juros mais elevados. Com a economia desaquecida, o ritmo da inflação também deve diminuir, o que não significa uma queda no preço de produtos e serviços. “A inflação elevada decorre de uma série de fatores, em 2021 a gasolina foi um dos principais entre eles para contribuir com a porcentagem acima dos 10%. Com as medidas que visam a diminuição da inflação, o que se pode esperar é que os reajustes de valores no mercado sejam feitos com menos frequência e intensidade. Isso não significa que haverá uma redução drástica nos preços que os brasileiros estão pagando atualmente”, explica o contador e consultor financeiro Marcos Sá.

 

Já em relação ao PIB (Produto Interno Bruto), indicador que aponta o desenvolvimento econômico do país, a previsão é um crescimento modesto de apenas 0,29%. Apesar das projeções menores, em relação ao que era esperado em 2021, existe uma expectativa de que a cadeia de produção se normalize. “Com o longo período da pandemia houve um desequilíbrio na balança comercial, já que o mercado não estava conseguindo suprir todas as demandas. Em 2022 já devemos vivenciar uma normalização desse cenário, possibilitando que a meta da inflação fique mais viável”, pontua Marcos Sá.

 

Responsável por atrair grande parte dos olhares dos especialistas, o petróleo permanece sendo uma das principais preocupações para que as metas sejam atingidas. Caso a cotação do barril de petróleo suba, levando os preços da gasolina e do diesel a serem reajustados, a inflação pode permanecer superior ao esperado.

 

Com muitos meses à frente, o mercado trabalha com a realidade, entendendo também que o cenário ainda é delicado, principalmente com a chegada das novas variantes do coronavírus. Por outro lado, o movimento da economia pode indicar passos promissores, na expectativa também de investimentos estrangeiros feitos no país. “A situação envolve muitos fatores, mas é preciso olhar para o mercado de forma positiva. É um fato que para nos recuperarmos economicamente, passaremos por um processo gradual, mas com a expectativa de voltarmos ao eixo”, finaliza o contador Marcos Sá.

fonte: https://investece.com.br/especialista-analisa-mercado-financeiro-e-fala-sobre-expectativas-para-2022/

https://tvnordestevip.com/especialista-analisa-mercado-financeiro-e-fala-sobre-expectativas-para-2022/

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http://www.blogdoboa.com.br/?page=post&cod_post=3972

Especialista analisa mercado financeiro e fala sobre expectativas em 2022

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